Quanto ao dia das mães, não teve jeito: o telefone foi a única forma de diminuir ao menos um pouquinho a distância das nossas mamães queridas. Por outro lado, as saudades que a mamãe Ju (foto 1) sente dos nossos três felinos apertou ainda mais, ainda mais quando minha mãe nos contou por telefone sobre as últimas que eles, especialmente o caçula, andam aprontando.
| Foto 1: Apesar de curtir um chamego com um dos gatos do Scott, a mamãe Ju sentiu a saudade dos nossos três felinos apertar neste dia das mães. |
| Foto 2: Ju na Church of Good Shepherd - boas vindas sem exceções. |
A missa na igreja episcopal de Raleigh é, de certa forma, bastante parecida com o que costumamos ver na igreja católica. No entanto, uma das maiores diferenças em relação à igreja de Roma reside, por exemplo, na sua postura em relação à orientação sexual dos fiéis. Em Raleigh, a igreja episcopal dá boas vindas a todas e todos (foto 2), independente da orientação sexual de cada um, coisa que na igreja católica é ainda hoje tema de muita polêmica.
| Foto 3: Em um dos vitrais da Sacred Heart Cathedral, Jesus aprende o ofício de carpinteiro observado pelos pais. |
Terminadas as missas, nos dirigimos para o North Carolina Museum of History (foto 4), onde entramos em contato com um pouco da história da Carolina do Norte e também dos EUA.
| Foto 4: Ju imersa no túnel do tempo do North Carolina Museum of History. |
Sendo dia da abolição da escravatura no Brasil, foi interessante ver um pouco da história da escravidão daqui. Como no Brasil, a chegada dos negros nos EUA foi motivada essencialmente pelo trabalho escravo. Mesmo após a abolição, os afro-americanos continuaram a sofrer abusos e segregação de diversos tipos, parecido com o que ocorreu no Brasil. Isso me fez pensar que, independente do lugar, a escravidão foi algo estupidamente violento em todos os aspectos possíveis - físico, emocional, social, econômico, cultural e por aí vai. É bom pensar que, embora as consequências negativas de todo esse processo ainda estão longe de serem apagadas, os EUA elegeram seu primeiro presidente negro. Me parece um passo absurdamente gigante em um continente que ainda tem (temos) muito o que avançar em relação a esse tema.
E por falar nisso, o clima para as eleições nos EUA está cada vez mais quente por aqui. E pelo visto o bicho vai pegar! Mas isso fica para um próximo post! Fui!!!
Que excelente texto! Brilhante, meu querido.
ResponderExcluirSaudades, Fernanda.
Oba! Que bom que você curtiu, Fernanda! Beijo e saudades também!!!
ExcluirAdorei.
ExcluirO Texto está muito bom.
Beijos,
Cláudia
É isso aí meus queridos pioneiros: continuem explorando e descobrindo tudo o que puderem nesta sua jornada!!
ResponderExcluirBeijos,
Tio Minhoca e Tia Angela
Adorei! Além de um texto bem escrito dá perceber que vocês estão aproveitando bem a viagem.
ResponderExcluirBeijão pros dois.
Regina